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    Rio é o terceiro estado com mais autistas no país, e modelos integrados de tratamento ganham espaço

    RedaçãoPor Redação27 de abril de 20263 minutos lidos
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    O Rio de Janeiro ocupa hoje a terceira posição entre os estados brasileiros com maior número de pessoas diagnosticadas com transtorno do espectro autista (TEA), atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. De acordo com o resultado preliminar da amostra do Censo Demográfico 2022, são 214.637 casos registrados. O equivalente a 1,3% da população fluminense.

    Diante de uma demanda crescente por diagnóstico e acompanhamento especializado, iniciativas que propõem abordagens mais integradas vêm ganhando relevância. Fundado em 2006, no Rio, o Instituto Priorit é um dos exemplos dessa tendência. Com atuação também em outras regiões do país, a instituição se consolidou ao longo de duas décadas como um centro que combina prática clínica, acolhimento familiar e rigor acadêmico, apostando em um modelo transdisciplinar de tratamento.

    Segundo a fonoaudióloga Aline Kabarite, sócia do instituto, a proposta rompe com a lógica de terapias isoladas. “O Método Priorit integra profissionais de áreas como fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e psicopedagogia em um plano terapêutico único, com objetivos compartilhados”, explica. A abordagem vai além do ambiente clínico tradicional, incluindo atividades coletivas como teatro, capoeira, judô e musicoterapia, consideradas fundamentais para o desenvolvimento da socialização.

    A experiência prática ilustra os impactos desse modelo. O estudante de psicologia João Victor Barcelos, de 23 anos, foi diagnosticado com autismo aos 10 e iniciou tratamento no instituto pouco depois. Antes disso, a mãe, Simone Pereira Barcelos, já percebia sinais de que o filho tinha facilidade cognitiva, mas enfrentava dificuldades emocionais. Mesmo diante de resistência familiar, ela buscou o diagnóstico.

    “Minha mãe foi fundamental nesse processo. Sem o apoio dela e do instituto, eu não estaria onde estou hoje”, afirma João, que atualmente atua como estagiário e monitor do Grupo de Habilidades Sociais da instituição.

    No centro da metodologia está a chamada “Pirâmide do Brincar”, um framework terapêutico que orienta as intervenções. A proposta parte da construção de uma base sólida — especialmente o vínculo afetivo entre terapeuta e paciente — para, então, avançar rumo a habilidades mais complexas, como comunicação funcional e interação social.

    Casos como o da psicóloga Beatriz Santos reforçam o potencial de longo prazo da abordagem. Atendida ainda na infância, ela hoje integra a equipe do instituto. “Fui paciente, tive acesso a um ambiente acolhedor e consegui me desenvolver. Hoje sou formada e atuo como terapeuta aqui”, relata.

    Outro diferencial está na integração da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) às demais áreas terapêuticas, de forma coordenada e humanizada. Nesse modelo, os interesses da própria criança são utilizados como ponto de partida para o aprendizado, tornando o processo mais efetivo.

    Além do foco no indivíduo, o instituto enfatiza o papel central da família. A premissa é que o desenvolvimento da pessoa com TEA está diretamente ligado ao ambiente em que ela vive e ao bem-estar emocional dos cuidadores. Por isso, pais e responsáveis participam ativamente do processo terapêutico e recebem acompanhamento equivalente.

    Essa visão ampliada tem levado famílias a reconfigurarem suas rotinas em função do tratamento. Durante a pandemia, uma mãe que vivia em Bali iniciou o acompanhamento do filho de forma remota com o instituto. Com o retorno das atividades presenciais, decidiu se mudar para o Brasil para dar continuidade ao processo. Hoje, permanece no país e planeja levar o método para o exterior no futuro.

    Em um cenário de aumento de diagnósticos e maior conscientização sobre o autismo, experiências como essa indicam uma mudança de paradigma: o tratamento deixa de ser fragmentado para se tornar um processo contínuo, coletivo e centrado na qualidade de vida.

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