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    Polícia Civil do RJ realiza operação contra quadrilha que fraudava biometria em apps de bancos

    Ação visa desarticular grupo responsável por prejuízo de mais de R$ 4 milhões
    agazzetarjPor agazzetarj2 de julho de 20254 minutos lidos
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    Polícia Civil do RJ realiza operação contra quadrilha que fraudava biometria em apps de bancos

    Por Marcelo Cunha

    Operação mira estelionatários que fraudavam aplicativos de bancos. Foto: Reprodução/TV Globo

    Na manhã desta quarta-feira, 2 de julho de 2025, a Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou uma operação para desarticular uma quadrilha especializada em fraudar sistemas de reconhecimento facial em aplicativos de bancos, causando prejuízos estimados em mais de R$ 4 milhões. Coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio (Draco) e pelo Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), a ação cumpre 13 mandados de busca e apreensão na Baixada Fluminense e na Zona Oeste do Rio, visando apreender provas e identificar os membros do grupo criminoso.

    Modus operandi e investigação

    As investigações revelaram que os golpistas utilizavam técnicas sofisticadas para burlar a tecnologia de autenticação biométrica, conhecida como “liveness”, que verifica se a imagem capturada é de uma pessoa real. Os criminosos substituíam os dados e imagens faciais das vítimas por suas próprias, utilizando softwares avançados, vídeos manipulados e até imagens alteradas com inteligência artificial. Com isso, acessavam contas bancárias, realizavam empréstimos, transferências e outras transações financeiras, transferindo os valores para contas de laranjas e, posteriormente, lavando o dinheiro para dificultar o rastreamento.

    A operação identificou um escritório na Baixada Fluminense que funcionava como central de operações da quadrilha, de onde os golpes eram coordenados. Durante as ações, os agentes apreenderam celulares, notebooks, documentos e outros dispositivos eletrônicos, que serão submetidos a perícia para aprofundar as investigações e identificar outros envolvidos. “A sofisticação dos golpes exige uma resposta enérgica. Estamos trabalhando para desmantelar toda a rede criminosa”, afirmou um representante da Draco, conforme destacado em post no X.

    Contexto e impacto das fraudes

    As fraudes biométricas têm se tornado um desafio crescente para bancos digitais e plataformas governamentais. Um caso semelhante foi investigado pela Polícia Federal em maio de 2025, quando criminosos fraudaram cerca de 3 mil contas da plataforma gov.br, utilizando técnicas de manipulação facial, como deepfakes, para acessar serviços públicos e autorizar empréstimos consignados no aplicativo Meu INSS. Especialistas alertam que a tecnologia de liveness, embora avançada, apresenta vulnerabilidades, especialmente na modalidade passiva, que analisa padrões faciais sem exigir ações do usuário, como piscar ou virar a cabeça. “A biometria facial usa de 12 a 36 pontos do rosto, mas técnicas como deepfake podem enganar sistemas menos robustos”, explicou o advogado especialista em direito digital Raphael Chaia.

    A operação no Rio reflete a gravidade do problema, com prejuízos que impactam tanto as vítimas, que perdem acesso a suas contas e enfrentam dívidas indevidas, quanto as instituições financeiras. A hashtag #GolpeDaBiometria ganhou destaque no X, com usuários expressando preocupação com a segurança digital. “É assustador como esses golpistas conseguem burlar até a biometria. Cadê a segurança dos bancos?”, questionou um internauta.

    Próximos passos da investigação

    A Polícia Civil segue analisando o material apreendido para identificar outros membros da quadrilha e possíveis conexões com grupos em outros estados. A operação, que não divulgou o número de prisões até o momento, visa responsabilizar os envolvidos por crimes como estelionato, invasão de dispositivo informático qualificada e associação criminosa. O MPRJ acompanha o caso, podendo instaurar inquéritos para apurar eventuais danos ao erário, caso as fraudes tenham envolvido contas vinculadas a serviços públicos.

    A ação reforça a necessidade de maior investimento em tecnologias de segurança digital e conscientização da população. Especialistas recomendam o uso de autenticação de dois fatores em aplicativos autenticadores, em vez de contas pessoais, e maior cuidado com a exposição de imagens nas redes sociais, que podem ser usadas para criar deepfakes. O caso também reacende o debate sobre a robustez dos sistemas de biometria facial em bancos digitais, que enfrentam desafios para equilibrar conveniência e segurança.

    Autoria: A Gazzeta RJ

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