O Governo do Estado anunciou que, na última segunda-feira (23/02), zerou a fila de mais de 160 pacientes que aguardavam pela primeira consulta em mastologia oncológica no município do Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense, região que concentra a maior demanda pelo serviço.

Parte dos pacientes serão atendidos no Instituto Estadual de Oncologia da Baixada Fluminense, popularmente conhecido como ”Onco Baixada”, primeira unidade exclusiva para tratamento de câncer, inaugurada no último dia 11/02, em Nova Iguaçu.

”O Onco Baixada é um marco histórico para a população não só da Baixada Fluminense, mas de todo o estado. Oferece consultas e procedimentos no mesmo lugar, além de contar com o apoio do Rio Imagem Baixada, que funciona ao lado e oferece exames. Com saúde de qualidade perto de casa, as pessoas não precisarão percorrer grandes distâncias e diminuem as chances de abandono do tratamento”, disse o governador Cláudio Castro.

Com investimento de quase R$ 88 milhões, o Onco Baixada possui 12 mil metros quadrados e funciona ao lado do Rio Imagem local. A unidade tem capacidade máxima para 5 mil atendimentos, 340 internações e 300 cirurgias por mês. Ao todo, são 100 leitos exclusivos para oncologia, sendo 81 de enfermaria, 10 de UTI, oito de cuidados críticos e um de estabilização.

”O Onco Baixada foi criado para fazer a diferença na vida das pessoas. Apenas 13 dias após a inauguração, já conseguimos zerar a fila de mastologia oncológica nas regiões onde a procura é maior, que compreende a capital e os 13 municípios da Baixada Fluminense. Isso não é apenas sobre números, mas sim sobre pessoas que serão atendidas com mais agilidade ampliando as chances de desfechos favoráveis ao tratamento”, celebrou, por sua vez, a secretária estadual de Saúde do RJ, Claudia Mello.

Sino anuncia fila zerada

O sino tocou alto no Complexo Estadual de Regulação. Isso acontece sempre que uma fila importante é zerada. Dessa vez, foi a de mastologia. Kitty Crawford, superintendente de Regulação do estado do RJ, explica que isso reflete a melhora no atendimento, fazendo com que ocorra mudança na fila.

”Hoje, comemoramos a mastologia, mas ela já foi zerada também no passado com a braquiterapia, passando de quatro meses para 20 dias. O mesmo aconteceu com a coloproctologia. Nós não temos a expectativa que as filas fiquem zeradas para sempre, mas que o atendimento ocorra em um menor tempo para a assistência em um prazo oportuno, garantindo assim a melhor chance de cura ao paciente”, ressaltou.

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