A Polícia Civil do Rio indiciou Pedro Espíndola, ex-participante do BBB 26, pelo crime de importunação sexual. A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá e teve como base a análise técnica e pericial das imagens exibidas no programa.

Segundo a polícia, o indiciamento ocorreu após a conclusão do laudo pericial, que confirmou a materialidade do crime. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que agora vai avaliar se oferece denúncia à Justiça.

Pedro não chegou a ser ouvido durante a investigação. De acordo com a delegacia, ele não foi localizado para prestar depoimento. Ainda assim, os investigadores analisaram integralmente o material audiovisual do reality, submetendo as cenas a exames técnicos.

“As provas reunidas e o laudo permitiram comprovar a materialidade do crime e atribuir a responsabilidade ao indiciado”, informou a Polícia Civil.

Pedro teria assediado a participante Jordana na dispensa da casa do BBB

O caso ocorreu no dia 17 de janeiro, dentro da casa do BBB 26. Jordana Morais pediu ajuda a Pedro para procurar um babyliss na despensa, e, ao chegarem ao local, segundo as imagens analisadas, Pedro encostou a participante contra a parede e tentou beijá-la sem consentimento.

Após o episódio, Jordana relatou o ocorrido a outros participantes do programa. Ao perceber que o caso havia se tornado de conhecimento geral dentro da casa, Pedro apertou o botão de desistência e deixou o reality.

Horas depois, o apresentador Tadeu Schmidt se manifestou ao vivo, prestando solidariedade à participante e afirmando que a produção teria expulsado Pedro caso ele não tivesse desistido.

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