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    Incêndio no Shopping Tijuca: Polícia Civil indicia cinco e aponta falhas de segurança como causas das mortes de brigadistas

    Marcelo Coelho CunhaPor Marcelo Coelho Cunha27 de fevereiro de 20264 minutos lidos
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    Incêndio no Shopping Tijuca: Polícia Civil indicia cinco e aponta falhas de segurança como causas das mortes de brigadistas
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    incendio tijuca

    A 19ª DP (Tijuca) indiciou três funcionários do Shopping Tijuca, na Zona Norte do Rio, e dois da loja Bell’Art pelo incêndio ocorrido na noite do dia 2 de janeiro. Na ocasião, a bombeiro civil Emellyn Silva Aguiar Menezes e o supervisor de segurança Anderson Aguiar do Prado morreram, e outras quatro pessoas ficaram feridas. A Polícia Civil indiciou os cinco — pelos crimes de incêndio doloso qualificado por morte e lesão corporal culposa — e deu detalhes sobre as investigações durante a coletiva de imprensa realizada na Cidade da Políca na tarde desta quinta-feira (26), apontando ainda graves falhas de segurança na ação.

    Entre os funcionários do Shopping Tijuca indiciados, estão Adriana Santilhana Nietupski e Pedro Paulo Alvares — superintendente e gerente de operações do shopping, respectivamente. Eles irão responder por incêndio doloso qualificado pela morte; lesão corporal culposa; crime de perigo para a vida ou saúde de outros e fraude processual — por permitirem a entrada de lojistas no local interditado. Já Renata Barcelos Pereira Noronha — gerente de negócios do centro comercial — foi indiciada pelos três primeiros crimes, mas não pela fraude processual.

    Os outros dois indiciados são os gerentes da loja Bell Art, — foco do incêndio —, Fabio Arruda Soares e Felipe Gonçalves Franciscone, que respondem por incêndio doloso e lesão corporal.

    inicio do combate as chamasCombate ao incêndio no shopping Tijuca, ocorrido na noite do dia 2 de janeiro — Foto: Reprodução

    “Foi uma sucessão de falhas que culminaram na tragédia do dia 2 de janeiro”

    Segundo os delegados Adriano França e Maíra Rodrigues — responsáveis pelas investigações do caso, “foi uma sucessão de falhas que culminaram na tragédia do dia 2 de janeiro”. Os delagados afirmam que a loja não tinha o alvará do Corpo de Bombeiros e o shopping não tinha exaustor para pode combater as chamas.

    Ainda de acordo com as investigações, o acionamento do Corpo de Bombeiros deveria ser simultâneo ao início do combate à fumaça no subsolo do shopping. Para a polícia, a demora na chegada dos bombeiros e o combate adequado às chamas foram os motivos da morte de Emellyn e Anderson.

    O botão de pânico da loja onde começaram as chamas foi acionado às 18h04, enquanto o acionamento do Corpo de Bombeiros só foi realizado às 18h27 — os militares chegaram ao local às 18h40.

    A corporação foi comunicada pela Polícia Civil sobre a conclusão da perícia.

    Tudo começou no subsolo do shopping

    O incêndio do Shopping Tijuca — ocorrido em 2 de janeiro — teve início no subsolo, mas a fumaça rapidamente se espalhou e tomou conta do pavimento. A brigadista Emellyn Silva Aguiar foi uma das respnsáveis pelo combate às chamas, mas desmaiou e morreu após inalar a fumaça. O supervisor de segurança Anderson Aguiar — também bombeiro civil — foi em busca da colega, mas acabou morto após ingerir a fumaça, assim como a mesma.

    O laudo da perícia apontou um “acidente termoelétrico” como possível causa incêndio no shopping. De acordo com o documento, “o incêndio teve origem elétrica previsível, em ambiente tecnicamente inadequado, e foi potencializado por sucessivas falhas estruturais e de segurança”.

    Ainda de acordo com o laudo, o shopping e a loja não tinham “sistema eficaz de controle de fumaça em operação”, indicando que o local era “tecnicamente inseguro, caracterizado por instalações elétricas em desacordo com norma técnica, carga de incêndio elevada — inclusive em áreas técnicas —, falhas de compartimentação, atuação insuficiente dos sistemas de combate e ausência de controle adequado de fumaça, todos elementos que, segundo a própria conclusão pericial, contribuíram para a magnitude e propagação do incêndio”.

    Foram ouvidas 38 pessoas no inquéritos. Os depoimentos, segundo os delegados responsáveis, apontavam “falhas na comunicação após o incêndio, ausência de alarmes eficazes, evacuação desorganizada, treinamento insuficiente e demora para passar informações corretas sobre as chamas”.

    Com informações do G1.

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