A PEC 8/25, em análise no Congresso Nacional, propõe reduzir a jornada de trabalho para 4×3, com 36 horas semanais, substituindo a tradicional escala 6×1.
Empresários de pequeno porte alertam que a medida, sem compensação adequada, pode afetar produtividade, custos e competitividade.
A empresária Karen Guerreiro, à frente da Só Mesas, Só Cadeiras, ressalta que a redução comprometeria prazos e fluxos de produção, aumentando gastos e dificultando a manutenção de empregos. Estudo da FIEMG indica que alterações sem aumento de produtividade poderiam reduzir até 16% do PIB, gerar perdas de até 18 milhões de empregos e afetar R$ 480 bilhões na massa salarial.
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil reforça a necessidade de diálogo entre governo e setor produtivo, sugerindo medidas de compensação e políticas que equilibrem direitos trabalhistas e sustentabilidade financeira. O debate segue no Congresso com audiências públicas previstas para setembro, buscando alternativas viáveis para trabalhadores e empresas.
Por Brasil 61




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