A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) anunciou medidas para reduzir disparidades entre os motores na Fórmula 1 a partir de 2026. A entidade implementará o conceito ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização), concedendo benefícios a fabricantes cujo desempenho fique abaixo da média do grid. Entre eles estão horas extras em dinamômetro, novas homologações e recursos financeiros para desenvolvimento.
Os motores híbridos serão simplificados, com a remoção do MGU-H e uso de combustível 100% sustentável, aumentando a paridade entre equipes. A média de potência será avaliada nas cinco primeiras corridas e, caso algum motor apresente desempenho até 3% inferior, a equipe receberá apoio adicional. Exceções também serão aplicadas a problemas de confiabilidade, evitando que quebras frequentes prejudiquem o desenvolvimento ou ultrapassem o teto de gastos.
Além das unidades de potência, os carros terão mudanças significativas: redução do efeito solo, asa dianteira móvel e eliminação do DRS. A FIA busca, assim, impedir hegemonias como as da Mercedes (2014) e da Red Bull (2022-2024), promovendo equilíbrio técnico e maior competitividade entre os times.






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