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    Política

    Deputados que votaram pela manutenção da prisão de Bacellar acusam aliados do presidente afastado de perseguição

    RedaçãoPor Redação10 de dezembro de 20254 minutos lidos1 Visualizações
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    Deputados que votaram pela manutenção da prisão de Bacellar acusam aliados do presidente afastado de perseguição
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    Parlamentares da direita que votaram pela libertação de Rodrigo Bacellar (União), na última segunda-feira (08), estão sendo acusados de usar mecanismos regimentais para barrar todos os projetos apresentados por deputados que se posicionaram contra a revogação da prisão do presidente da Assembleia.

    A tensão começou na sessão plenária de hoje, após Alexandre Knoploch (PL) pedir a retirada de pauta de um projeto de Elika Takimoto (PT) sobre o ensino de Libras, alegando que a matéria seria semelhante a outra de sua autoria.

    Ocorre que o projeto de Knoploch estava arquivado, o que tornaria seu argumento inválido.

    Takimoto só apontou a irregularidade após outros dois projetos de resolução, de Zeidan (PT) e Dani Monteiro (PSOL), receberem emendas e saírem de pauta em sequência. As três deputadas votaram “não” à revogação da prisão de Bacellar.

    O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Rodrigo Amorim (União), comparou a situação ao episódio ocorrido no Congresso Nacional, quando Glauber Braga (PSOL) sentou-se na cadeira da presidência e impediu o prosseguimento da sessão.

    “O que eu percebo é que vimos o que aconteceu no Congresso ontem. Chegaram a tomar a cadeira do presidente — justamente um partido que, aqui, tenta impor uma narrativa sem estudar o regimento. Estão tentando criar dúvidas e tensionar o andamento dos trabalhos”, disse Amorim.

    Após o breve embate, acordou-se que o projeto de Takimoto voltará ao plenário na próxima semana, sem prejuízo. Também foi sugerido um novo colégio de líderes para discutir o impasse sobre matérias que estão sendo “travadas”.

    Knoploch continou a barrar projetos de ‘opositores de Bacellar’

    Enquanto as comissões analisavam o projeto seguinte, de autoria de Yuri Moura (PSOL), Knoploch emitiu voto contrário pela Comissão de Orçamento e solicitou verificação de quórum. Após o pedido, diversos deputados deixaram o plenário, inviabilizando a votação.

    A atitude revoltou parlamentares da oposição, que acusaram o governo de orientar o bloqueio. Amorim rebateu:

    “O encaminhamento não foi do governo. A verificação não foi do governo. Essa matéria pouco importa ao governo; não houve orientação”, disse.

    O presidente em exercício, Guilherme Delaroli (PL), ironizou a postura do colega: “O Knoploch faz isso todo dia. Assim vai acabar sem voz”.

    Serafini ameaça ‘dobrar a aposta’ contra quem travar projetos

    Flávio Serafini (PSOL) entrou na discussão e fez um recado aos parlamentares envolvidos no “travamento das pautas”:

    “Todos que estão fazendo isso saibam que vai ter resposta — e o governador Cláudio Castro também. Quem tiver denúncia sobre esse governo, traga para nós: vamos encaminhar para a Polícia Federal, para o Ministério Público Federal, dar visibilidade e fazer todos os enfrentamentos. Não vão nos calar. Pelo contrário: vamos dobrar a aposta”, ameaçou.

    O clima azedou quando Filippe Poubel (PL), que estava ausente na votação, pediu a palavra. Professor Josemar (PSOL) lembrou que o colega não poderia declarar voto em matéria para a qual não esteve presente.

    Após isso, Poubel insistiu na comparação com o episódio do Congresso:

    “Cuidado que eles vão querer tomar sua cadeira, igual o Glauber”, disse ao presidente em exercício.

    Ele também afirmou que “a esquerda não honrou os acordos” e declarou que não participaria de qualquer entendimento no colégio de líderes sobre o uso do regimento.

    Diante da acusação, Josemar retomou a palavra para esclarecer o que havia combinado:

    “Há duas semanas definimos, no colégio de líderes, que todos os projetos apresentados seriam votados, com quórum assegurado para as matérias indicadas pelos deputados. Esse foi o entendimento firmado”, justificou.

    Yuri Moura defende projeto sobre pré-natal masculino, mas matéria sai de pauta

    O deputado autor do projeto, Yuri, tentou defender a medida que criaria o pré-natal masculino, retirado de pauta por falta de quórum. Ele afirmou, assim como os colegas, que seu texto foi ignorado por uma questão política.

    “Se tem gente que não acha justo um projeto desses só porque é de um deputado do PSOL que tenta preservar mulheres, crianças e a vida de homens, esse parlamento precisa fazer uma reflexão”, disse.

    Além dos quatro projetos que não passaram nesta quarta (10), uma proposta de Jari Oliveira (PSB) — que também votou contra a soltura de Bacellar — foi retirada de pauta por falta de quórum na sessão de ontem.

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