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    Firjan lança o Mapa Rio Soft Power, um GPS para a economia simbólica das cidades fluminenses

    RedaçãoPor Redação2 de dezembro de 20257 minutos lidos0 Visualizações
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    Firjan lança o Mapa Rio Soft Power, um GPS para a economia simbólica das cidades fluminenses
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    Identidade, reputação, cultura e inovação são diferenciais competitivos, a serem desenvolvidos e valorizados — identificados e mapeados. Foi o que fez a Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan), ao lançar, na última quinta-feira (27), o Mapa Rio Soft Power.

    A ferramenta, inédita, mede o poder de influência e reputação de 20 municípios fluminenses a partir de dados econômicos, culturais, acadêmicos e simbólicos. O mapa foi a estrela do Encontro Internacional da Indústria Criativa, promovido pela Casa Firjan.

    O estudo revela que, mesmo diante de desafios estruturais relacionados à segurança, saúde, educação, infraestrutura e ambiente de negócios, o Estado do Rio preserva ativos simbólicos que inspiram admiração e despertam interesse internacional. A questão central, hoje, não é apenas reconhecer esses atributos, mas explorá-los de forma estratégica, ampliando seu potencial de geração de valor e retorno econômico.

    “O Estado do Rio possível é aquele que encara suas limitações com realismo e suas vocações com estratégia. Isso significa apostar em um modelo de desenvolvimento que una eficiência na gestão pública, diversificação econômica e valorização dos ativos intangíveis para gerar resultados concretos”, disse Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan.

    Para além de um novo índice, um guia estratégico

    O mapa pretende ser um guia estratégico para políticas públicas, negócios e projetos territoriais. Ele mostra por onde passam os caminhos da nova economia fluminense, ao transformar cultura, história e inovação em autossustentabilidade.

    “Mais que medir PIB, estamos medindo potencial de futuro. Talvez seja isso que o Rio sempre soube fazer melhor: transformar o imaterial em valor, e o valor em influência”, aposta Julia Zardo, gerente de Ambientes de Inovação da Firjan e coordenadora da pesquisa.

    Niterói está no topo do mapa, seguida pela cidade do Rio

    O Mapa Rio Soft Power foi construído a partir de dez indicadores: Produto Interno Bruto (PIB); PIB per capita; Índice de Desenvolvimento Humano (IDH); densidade empresarial; densidade acadêmica; presença de indústrias criativas; histórico do município com a incorporação do Soft Power em seus produtos e serviços; ativos tangíveis; ativos intangíveis; atores e articulações locais; cruzados com fatores culturais, históricos e identitários.

    As análises combinaram dados quantitativos de bases oficiais, como IBGE, e se inspira em referências internacionais como o Global Soft Power Index e o Nation Brands Index.

    “Essas fontes trouxeram para a pesquisa a metodologia e a inspiração de índices mundiais, permitindo adaptar para a realidade fluminense parâmetros usados na medição do poder de influência de países e cidades no cenário global”, explica Oswaldo Neto, analista de Projetos Especiais da Firjan e um dos responsáveis pelo estudo.

    Segundo o levantamento, sete cidades entre as 20 pesquisadas já atingiram um bom nível de influência, o “Soft Power influente”, e têm potencial para levar valores do Rio para o mundo: Niterói (100 pontos), Rio de Janeiro (92), Nova Friburgo (88), Petrópolis (84), Teresópolis (84), Angra dos Reis (80) e Campos dos Goytacazes (80). Os municípios se destacam por combinar inovação e desempenho econômico sólido com densidade criativa e capacidade de atrair investimentos e talentos.

    Niterói está no topo do mapa, com PIB e PIB per capita mais positivos que o da cidade do Rio. O destaque é a economia diversificada — que combina polo offshore, serviços avançados, comércio ativo e uma crescente cadeia criativa. Somada ao urbanismo e à sustentabilidade, estão formados os pilares da força simbólica da antiga capital do Estado do Rio.

    Projetos como a TransOceânica, o túnel Charitas–Cafubá e a requalificação das lagoas de Piratininga e Itaipu transformaram mobilidade e meio ambiente em ativos de bem-estar e imagem urbana. Equipamentos icônicos, como o Museu de Arte Contemporânea e o Caminho Niemeyer, reforçaram seu potencial cultural e estético, enquanto a Cantareira se consolidou como polo criativo e universitário.

    “O desafio é manter a integração entre tecnologia, natureza e participação social, ampliando conexões entre o Centro, Regiões Oceânicas e a Baía de Guanabara”, sinaliza Neto

    Já o Rio de Janeiro tem vocação múltipla. É urbana pela forma como reinventa seus espaços; é histórica e patrimonial por carregar o legado de séculos de cultura e arquitetura; é ambiental pela natureza integrada ao cotidiano; e é científica e criativa por ser berço do conhecimento, da arte e da inovação. Sua força está em transformar paisagem em pertencimento, diversidade em identidade e urbanismo em cultura viva.

    Para Julia Zardo, “quando o Rio se reinventa, ele não muda apenas o mapa: ele inspira o mundo”.

    Ela credita que, para fortalecer o Soft Power da capital, é essencial consolidar o vetor Urbanismo + Cultura + Inovação, posicionando a cidade como modelo de criatividade urbana. Para isso, seria desejável expandir políticas de uso misto e habitação no Centro e Porto, estimulando uma lógica de cidade viva; investir em mobilidade sustentável, priorizando pedestres, ciclistas e integração entre modais; valorizar territórios periféricos e favelas, como polos de produção cultural e estética; e promover infraestrutura verde e azul, com arborização, drenagem natural e reuso de águas, reforçando o vínculo entre cidade e natureza.

    Soft Power consolidado ou em desenvolvimento, etapas em busca de valor

    O grupo “Soft Power consolidado”, reúne Paraty (76), Vassouras (72), Três Rios (72), Itaguaí (72), Duque de Caxias (72), Paraíba do Sul (64), São João da Barra (60) e Itaperuna (56), cidades cuja reputação já se tornou ativo de valor. Paraty é referência em preservação ambiental e patrimonial, com 85% de sua vegetação nativa protegida e um conjunto arquitetônico reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial Misto.

    No nível “Soft Power em desenvolvimento” estão municípios ainda em processo de consolidar a própria imagem e ampliar visibilidade, como Nova Iguaçu (48), Santo Antônio de Pádua (48), São Gonçalo (44), Guapimirim (44) e Carmo (40).

    Um conceito conhecido há três décadas

    O conceito de Soft Power, formulado pelo cientista político Joseph Nye nos anos 1990, define a capacidade de um país ou cidade influenciar o mundo não pela força, mas pela admiração que conquista em cultura, inovação, valores e estilo de vida. Londres, Tóquio, Paris e Amazônia são exemplos clássicos. O estudo da Firjan revela que o estado do Rio de Janeiro tem atributos únicos para jogar nesse mesmo campo também.

    Os quatro eixos de vocações

    Além do nível de maturidade de Soft Power das cidades, outros quatro grandes eixos expressam as vocações simbólicas e econômicas fluminenses: Urbano, Meio Ambiente, História e Patrimônio, e Conhecimento. O Eixo Urbano reúne cidades como Rio de Janeiro, Niterói, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Gonçalo, onde a cultura das ruas, o planejamento e a criatividade se tornam vetores de influência, em movimento semelhante ao de Londres, referência mundial em urbanismo criativo.

    No Eixo Meio Ambiente, municípios como Guapimirim, Paraty, Itaguaí, Três Rios e Santo Antônio de Pádua transformam biodiversidade e turismo sustentável em estratégia de desenvolvimento, em sintonia com a lição da Amazônia, que projeta o Brasil pela força de sua natureza preservada.

    Já o Eixo História e Patrimônio valoriza cidades como Carmo, Paraíba do Sul, Vassouras, Teresópolis e Nova Friburgo, que convertem memória e arquitetura em ativos de identidade, a exemplo do México, que fez de seu patrimônio um motor econômico e cultural.

    Por fim, o Eixo Conhecimento destaca Itaperuna, São João da Barra, Angra dos Reis, Campos dos Goytacazes e Petrópolis, territórios onde ensino, tecnologia e inovação impulsionam o desenvolvimento, em linha com o modelo da China, que transformou educação e pesquisa em instrumentos de poder global.

    “Juntos, esses quatro eixos revelam um Rio que se reinventa ao reconhecer no intangível a base para construir nova influência no mundo. Temos vários exemplos de territórios internacionais que entenderam que o desenvolvimento começa na identidade. O nosso estado tem todos os ingredientes para seguir essa receita”, destaca Julia Zardo.

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