
O Vasco da Gama, em recuperação judicial desde outubro de 2024, atua sob forte vigilância financeira e com limitações administrativas. A Justiça determinou que o clube e a SAF apresentem relatórios mensais detalhados sobre receitas, despesas e destinação de recursos. Qualquer gasto expressivo, como contratações ou investimentos em infraestrutura, depende de autorização prévia do administrador judicial e, em alguns casos, da juíza responsável pelo processo.
Apesar do cenário restritivo, não há impedimento específico à contratação de reforços. O clube opera dentro de um orçamento controlado, priorizando jogadores sem custos de transferência ou por empréstimo, como Thiago Mendes e Andrés Gómez. A diretoria ainda busca reforçar o elenco com um atacante e um zagueiro até o encerramento da janela, em 2 de setembro.
Recentemente, o clube obteve autorização judicial para antecipar receitas futuras, como valores das vendas de Clayton e Orellano. Investimentos no CT Moacyr Barbosa também foram liberados, após justificativas técnicas.
A recuperação segue em curso com a suspensão provisória de execuções até outubro. O Vasco negocia com credores e pretende apresentar em breve um plano viável de pagamento.






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