
Durante coletiva no Chile, após a cúpula “Democracia Sempre”, o presidente Lula afirmou que “a democracia liberal não foi capaz de responder aos anseios contemporâneos” e que “eleições a cada quatro ou cinco anos não bastam”. Segundo ele, o sistema político e os partidos perderam credibilidade, exigindo o fortalecimento das instituições democráticas e do multilateralismo.
O ex-embaixador Roberto Jaguaribe, de linha conservadora, afirmou que “sem freios institucionais, eleições viram formalidade”. Já o cientista político espanhol Pablo Iglesias, da esquerda radical, disse que “sem justiça social, há risco de retrocesso democrático”.
Lula também destacou a importância de organismos como UNESCO, OMS e Acordo de Paris no combate às mudanças climáticas, pandemias e desinformação.
Segundo o Itamaraty, o Brasil busca papel mais ativo nas negociações multilaterais, com novas formas de cooperação entre Estado, sociedade civil e organismos internacionais.





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